Doutrina da IGL

Escrito pelo Rev. Tales de Azevedo
A Igreja Gnóstica Livre – IGL, não tem a pretensão de ser a única e exclusiva fonte da palavra divina. Ela acredita que o seu caminho é bom, e deseja se somar as demais à missão de despertar consciências, elevar o espírito humano, trazendo paz aquele precisa, tanto quanto aquele que procura. A IGL denota profundo respeito todas as grandes escolas gnósticas e as reconhece, embora não estejamos filiados a nenhuma. Desenvolvemos um trabalho independente, com base nos antigos estudos filosóficos e esotéricos na tentativa de libertar o homem pelo conhecimento das verdades espirituais.
“Na casa de meu Pai há muitas moradas. Não fora assim, e eu vos teria dito; pois vou preparar-vos um lugar.” (São João, 14:2)
Deus se manifesta de muitas formas nesse mundo, por esse motivo o Gnosticismo promulgado pela Igreja Gnóstica Livre é Universalista.
A Igreja Gnóstica Livre segue a tradição iniciada por Jules Doinel, tomando por base a cosmovisão de Valetinus, porém assumindo como verdadeiras as outras visões gnósticas da antiguidade dos mestres Marcião, Simon, Basilides, Carpócrates, entre outros. Como bem citou Tau Valentinus II, vivemos um momento excepcional na história da humanidade, onde temos a disposição uma vasta gama de saberes do oculto, que no passado permaneciam sob véus, por esse motivo a Igreja Gnóstica também incorpora elementos Herméticos Cabalísticos, entre outros que estejam em comunhão com seu propósito.
A Igreja Gnóstica Livre toma com base de sua doutrina a Bíblia Sagrada juntamente com o Evangelho de Tomé e demais escritos considerados apócrifos, além de volumes considerados sagrados pelas mais diversas culturas. Há um entendimento da Igreja Gnóstica Livre de que as Sagradas Escrituras são mapas para o entendimento do Divino, e que conforme os séculos avançam, esse entendimento passa a ser ampliado e refinado, por esse motivo as escrituras não devem ser lidas em seu sentido literal e sim simbólico, e devem servir de trampolim não de amarras.